Em vez de começar imediatamente a simulação, o ChatGPT primeiro pediu mais informações sobre o contexto. A IA perguntou com quem seria a conversa, parceiro, familiar, chefe, cliente ou outra pessoa, qual era o objetivo do diálogo, como resolver um conflito, negociar ou pedir desculpas, e como a outra pessoa costuma reagir quando é confrontada. Só depois de reunir essas informações, explicou que iniciaria uma conversa simulada, assumindo o papel do interlocutor e adaptando o nível de dificuldade conforme a situação. Ao final de cada resposta do usuário, a ferramenta ainda se propôs a avaliar o que funcionou bem, apontar trechos que poderiam gerar conflitos ou mal-entendidos e sugerir alternativas mais assertivas.