A maior transformação, porém, não é só a imagem, e sim a conexão. “Essa convergência tirou a televisão da posição de receptor passivo de antena e a transformou no computador principal da sala de estar”, diz Kenneth. No Brasil, ele aponta dois marcos: a transição para a TV Digital aberta e, mais recentemente, a chegada da TV 3.0, também chamada de DTV+, que une o sinal de radiodifusão aberta em 4K à internet para oferecer interatividade na tela. O streaming mudou o centro de gravidade do consumo, e o especialista cita dados da Nielsen, segundo os quais o YouTube já lidera o tempo de tela nas TVs conectadas nos Estados Unidos, à frente das emissoras tradicionais.