O problema maior está na maneira como esses companheiros se comportam fora dessas situações. Em alguns momentos, percebi comportamentos estranhos na inteligência artificial, principalmente quando avancei pelo cenário e olhei para trás para encontrar os integrantes do esquadrão parados, esperando que o roteiro permitisse que eles continuassem. Isso aconteceu, por exemplo, depois de subir uma escada. Em vez de simplesmente acompanhar Marcus e Dom, os companheiros permaneceram no lugar até que o jogador avançasse o suficiente para acionar a próxima etapa da sequência. É um detalhe pequeno, mas que quebra um pouco a imersão. Quando um jogo apresenta um grupo de soldados caminhando junto dos protagonistas, a expectativa é que eles funcionem como um esquadrão de verdade, e não apenas como personagens que acompanham o jogador quando o script permite.