Também são citados algoritmos de recomendação personalizados, notificações hápticas que vibram ou emitem toques, a exibição quantificada de popularidade por meio de curtidas e seguidores, e filtros que alteram a aparência do rosto. Segundo os autores da ação, essa combinação de elementos contribui para taxas mais altas de suicídio, automutilação, baixa autoestima, depressão, ansiedade e distúrbios do sono entre crianças e adolescentes.