“Do ponto de vista científico, um prejuízo real de memória precisa ser avaliado considerando diferentes processos cognitivos. Existem muitos testes neuropsicológicos que investigam nossa capacidade de aprender novas informações, armazená-las e recuperá-las posteriormente. Essa avaliação também precisa levar em conta fatores como atenção, qualidade do sono, estresse, condições de saúde e estado emocional, porque todos eles podem interferir bastante no desempenho cognitivo”, explica Helena.