Nem tanto, eficácia do purificador depende diretamente da tecnologia de filtragem utilizada, como afirma o infectologista Daniel Paffili Prestes. “Sistemas que utilizam membranas de ultrafiltração com poros muito pequenos (inferiores a 0,01 micrômetro) e tecnologias como a osmose reversa são capazes de remover completamente vírus, bactérias e protozoários. Em contrapartida, purificadores com microfiltros convencionais, que possuem poros maiores (em torno de 0,2 micrômetro), conseguem remover de forma eficiente protozoários e bactérias, mas apresentam limitações na retenção de vírus”.