“Em 2001, uma testemunha podia registrar o que estava acontecendo, mas ainda dependia, na maior parte das vezes, de um veículo de comunicação para que aquele registro alcançasse um grande público”, explica Catarine Birk, especialista em comunicação digital e CEO da Fri.to. “Hoje, quem presencia um acontecimento já tem no bolso o celular, conexão de internet e as redes sociais e pode registrar, publicar e alcançar milhões de pessoas antes mesmo que uma equipe jornalística chegue ao local.”