É o caso da jornalista Laura Cordeiro, de 34 anos, que descreve a votação como um momento de celebração da democracia. “Apertar as teclas da urna eletrônica é muito satisfatório, ainda mais por eu estar exercendo o meu papel de cidadã naquele momento. O ato simboliza uma luta coletiva, enfim, de tudo que aquele momento representa para mim, para a democracia e para o Estado”, conta. Entre todos os estímulos da votação, entretanto, Laura tem um favorito: o som emitido pela urna ao final do processo. “O barulhinho de confirmar me gera uma sensação de ‘olha, a minha opinião foi computada!’”, brinca.