O leilão é consequência do pedido de recuperação judicial protocolado pelo Grupo Casas Bahia em 16 de agosto, em meio a uma crise financeira. A companhia já havia recorrido a uma recuperação extrajudicial em 2024, envolvendo cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas, mas as medidas não foram suficientes para reverter a situação. Em 2026, a empresa anunciou cortes de custos, fechamento de lojas e redução de investimentos.