Para isso, o óvulos emite uma luz LED verde de baixa intensidade, com comprimento de onda de 480 nanômetros, direcionada à retina do usuário. O objetivo é comunicar ao cérebro que está de dia e, assim, deixar o usuário desperto e alerta. Segundo Pires, a proposta tem base fisiológica, já que o corpo humano usa a luz para sincronizar os nossos ritmos, principalmente o ritmo de sono e de vigília.