Nos anos 1990 e 2000, ainda era possível competir com aparelhos de teclado físico, bateria duradoura, design chamativo, toques personalizados e funções básicas, como ligações, SMS, agenda e jogos simples. Com o avanço dos smartphones, porém, o celular deixou de ser apenas um telefone e passou a funcionar como uma plataforma completa. Não bastava mais lançar um bom aparelho: era preciso oferecer sistema atualizado, loja de apps forte, serviços integrados, câmeras avançadas, telas melhores, chips competitivos e escala global para negociar componentes.